Histórias de Natal: Dividir para Multiplicar

olhando para o céu II

Segurando um caderno de anotações e olhando fixamente para o céu, Davi relembra a história que seu pai contava quando pequeno em época de Natal.

“Quando Jesus nasceu uma linda e brilhante estrela surgiu no céu e guiou os três Reis Magos do ocidente até o local onde estava o Menino Jesus, junto a Maria e José.” Davi parecia ouvir a voz de seu pai ao seu lado naquele momento. Fechou os olhos e continuou a lembrar: “Essa estrela recebeu o nome de Estrela de Belém e o seu brilho intenso foi uma forma de representar que Jesus seria a luz do mundo”.

O pai de Davi já não estava entre a família, havia partido deste mundo a exatamente um ano, e com um grande suspiro Davi voltou os olhos a seu caderno de anotações. Já se faziam mais de 10 anos que ele não escrevia uma só palavra em seu caderno. Sua Mãe o deu em uma noite de Natal, disse para Davi sempre anotar tudo que ele achava importante e não deveria esquecer. Sua mãe dizia a todas as amigas ser gratificante ver Davi anotando tudo que via pela frente.

Ao abrir o caderno Davi leu a primeira frase que havia escrito aos 12 anos de idade.

– Feliz Natal!

Sim, a primeira frase não poderia ser diferente dessa, naquela noite ele teve um dos Natais mais felizes de sua vida. Junto a seus pais, sua árvore de natal e agora seu caderno de anotações.

Uma tímida lágrima escorreu de seus olhos, ao sentir o coração apertado de saudades. Seu pai não era um homem comum, era aquele que havia plantado a semente do bem em seu coração. Aquele que sempre dizia: “Davi você deve dividir para multiplicar”. E essa era a segunda frase de seu caderno. Na época Davi não entendia o real significado, mas resolveu escrever mesmo assim.

Agora a 22 anos ele estava ali sozinho, segurando seu caderno e revivendo cada lembrança que brotava de sua mente e de seu coração. Foi quando leu a terceira frase que dizia: “Natal é aniversário de Jesus, mas eu que ganhei este presente”. Sorriu e agradeceu a Deus a criação que teve.

Foi quando várias vozes e risadas se aproximaram do local onde Davi estava. As crianças que havia apadrinhado haviam chegado para ouvir sua história de Natal, aquela mesma que seu pai havia lhe ensinado. Através dela que ele aprendeu o real significado do “dividir para multiplicar” e a semente que seu pai havia deixado, ele também queria plantar.

Ainda emocionado, Davi se levantou e uniu-se as crianças para dividir com cada uma delas o real significado do Natal.

Autoria: Cinthia Oliveira – Histórias de Natal

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Você sabia que pode participar das decisões políticas como voluntário?

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Tudo o que acontece no mundo, seja no meu país, na minha cidade ou no meu bairro, acontece comigo. Então preciso participar das decisões que interferem na minha vida. Um cidadão com um sentimento ético forte e consciência da cidadania não deixa passar nada, não abre mão desse poder de participação”. Assim o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, mostrava a necessidade de todos estarem atentos ao que se passa ao seu redor.

Para o criador da Campanha Contra a Fome, a Miséria e pela Cidadania, uma das formas de a pessoa decidir seus próprios rumos é integrar entidades que lutem por causas de interesses coletivos. “A cidadania pressupõe ação”, atesta Daniel Polo, professor de Desenvolvimento Social do Senac de Jundiaí, São Paulo. “E essa ação, na maior parte das vezes, é voluntária”.

Há várias formas de agir, de acordo com os interesses de cada um. “O que vale é a causa”, continua Polo. “A pessoa deve se engajar com questões que considere importante. Precisar estar no que acredita. Isto é fundamental para a democracia”.

Uma das maneiras de realizar um trabalho voluntário ligado à política do dia a dia consiste em participar de conselhos de políticas públicas. Previstos pela Constituição, eles são uma forma de a sociedade civil participar da implementação de ações governamentais em diversos níveis, opinar sobre elas e mesmo propor regras. Hoje em dia, muitos municípios possuem este tipo de órgão, pois o recebimento de recursos de fundos setoriais, como da Saúde e da Educação, está condicionado a sua existência.

Em geral, são instituídos pelas câmaras de vereadores para que as pessoas possam opinar sobre a aplicação de fundos ou a elaboração de políticas. Contam com membros do Estado, indicados pelo governo, e da sociedade civil, eleitos. A maneira de funcionar, no entanto, varia de acordo com as regras de criação de cada entidade.

O professor Polo, por exemplo, é conselheiro da Criança e do Adolescente de Jundiaí, onde mora. A cada 15 dias, reúne-se para debater a aplicação do fundo da área na cidade. “O mais interessante é que qualquer um pode opinar, mesmo como ouvinte”, ressalta. Porém, os votos são restritos aos conselheiros (veja na página do Conselho Nacional da Juventude como criar um órgão desse tipo)

Outras formas de participação são grêmios estudantis e associações de bairros, por exemplo. Nas escolas, a organização de uma entidade de alunos pode servir não só para que os estudantes façam reivindicações como para o próprio aprendizado. Organizando-se, os jovens precisam debater, aprender a falar e ouvir para decidirem sobre as ações que realizarão. Além disso, passam a reivindicar melhorias na escola e podem até, com o trabalho voluntário, encontrar uma vocação profissional. Além, é claro de ter um ambiente escolar melhor.

No caso das associações de moradores, o resultado do engajamento é uma rua ou um bairro melhor. Em geral, habitantes de uma área se reúnem para organizar melhor o espaço, agendando mutirões de limpeza e fazendo reivindicações ao poder público para obter mais atenção com sua área.

Independente da forma, o que importa é estar atento ao que se passa em seu meio e procurar mudar o que te incomoda. Assim se é verdadeiramente cidadão.

Fonte: Portal do Voluntario

Campanha do Agasalho IBRAC 2014

Campanha do agasalho fb
Neste mês de Maio o Projeto IBRAC lançou a Campanha do Agasalho 2014, com o tema Faça a Diferença: Aqueça Corações, o IBRAC pretende arrecadar agasalhos até o dia 08 de Junho e entregar as entidades que mais necessitem em Indaiatuba e Região.

Caso sua empresa, loja, prédio ou escola queira participar conosco, é só entrar em contato através do e-mail contato@projetoibrac.org e solicitar a caixa de arrecadação do IBRAC.

Contamos com você!

 

20 maneiras de ajudar alguém

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“Se quer que os outros sejam felizes, pratique a compaixão. Se quiser ser feliz, pratique a compaixão.”
– Dalai Lama

Vivemos numa sociedade cada vez mais alienada e desumanizada: os carros retiraram-nos das ruas, onde passeávamos a pé e cumprimentávamos toda a gente; os cubículos tornaram o mundo do trabalho num local isolado, assim como as fábricas e até os computadores; as televisões prendem-nos ao sofá e não nos deixam sair e conviver com outras pessoas; até no cinema, onde se concentram muitas pessoas, ninguém conversa porque estamos todos voltados para a tela gigante. Embora nada disto seja mau ou inapropriado, temos de assegurar que não nos estamos a isolar do mundo, trocando o amor pelo próximo e o valor de uma comunidade, pela exclusão social e a individualidade acentuada.

Há uma crescente tendência do egoísmo em detrimento da ajuda ao próximo, conhecido ou desconhecido, uma tendência que é preciso contrariar. É preciso lutar contra o egoísmo, a inveja e a avidez. Como? Dar mais de nós aos outros. Porquê? Ao estender a mão a outro ser humano vai sentir-se melhor consigo próprio; vai melhorar algum aspecto da vida dessa pessoa, nem que seja apenas naquele momento; a compaixão é contagiosa; o mundo torna-se, aos poucos, num sítio muito melhor. Quando? Hoje. Não sabe por onde começar? Damos-lhe uma pequena ajuda.

  1. Sorria e seja simpático. Um gesto tão simples e pequeno como este pode ter um impacto profundo no dia de outra pessoa, que pode acabar por fazer o mesmo por outra pessoa e por aí fora…
  2. Faça voluntariado. Não precisa de ir todos os dias ou todas as semanas, mas inscrever-se numa instituição onde possa fazer voluntariado é uma das coisas mais maravilhosas que pode fazer por si e por muitas pessoas que estão à mercê dos próprios voluntários.
  3. Pare para ajudar. A próxima vez que vir alguém deixar cair as compras, que parece estar perdido ou a mudar um pneu furado, pare e pergunte se pode fazer alguma coisa para ajudar. Só isso já é muito e, se puder apoiar de outra forma, tanto melhor.
  4. Ensine. Reserve algum do seu tempo livre para ajudar a ensinar alguém alguma coisa: ensine a sua mãe a utilizar o email, o seu pai a enviar sms, o seu filho a andar de bicicleta, um colega de trabalho a tirar melhor proveito de um programa informático.
  5. Doe alguma coisa que já não usa. Quem diz uma coisa, diz uma caixa ou um saco de coisas. Entregue-as em bom estado numa instituição que esteja a precisar disso mesmo.
  6. Console alguém que esteja a passar por um momento difícil. Quem estiver de luto, a viver uma doença ou qualquer outra dificuldade, precisa sempre de um ouvido amigo, palavras reconfortantes, um abraço forte, uma boa distracção, uma ajuda em casa ou fora dela para tratar de assuntos pendentes.
  7. Faça um donativo. Existem milhares de instituições que precisam diariamente de donativos, grandes ou pequenos. Em vez de comprar mais uma peça de roupa ou o mais recente gadget, utilize esse dinheiro para ajudar quem não se pode dar a esses luxos.
  8. Redireccione prendas. No seu próximo aniversário ou Natal, diga aos amigos e familiares que não quer presentes, prefere que eles os doem (ou dêem o equivalente em dinheiro) a instituições de caridade.
  9. Compre alimentos para um sem-abrigo. Nem todas as pessoas gostam de dar dinheiro a quem mendiga nas ruas, por isso, utilize-o para comprar um bolo, uma sanduíche, uma bebida quente ou fresca; ofereça estes alimentos com respeito e simpatia.
  10. Ajude alguém a tornar-se mais activo. Pode ser alguém que queira perder peso ou simplesmente iniciar uma rotina de exercício físico – acompanhe essa pessoa numa caminhada diária, numa volta de bicicleta ao fim-de-semana ou inscrevam-se num ginásio. O seu apoio pode ter um impacto profundo na vida (mais saudável) dessa pessoa.
  11. Seja um bom ouvido. Por vezes, uma pessoa que está triste, deprimida, zangada ou revoltada precisa apenas de um ouvido amigo. Deixar essa pessoa conversar e “descarregar” frustrações pode ser um gesto inesquecível e uma ajuda muito importante. 
  12. Trate de uma tarefa doméstica. Pode ser algo grande ou pequeno – lavar a loiça, passar a ferro ou tratar do jardim – mas será uma acção muito apreciada.
  13. Envie um e-mail simpático. Para além de ser uma excelente maneira de manter o contacto, um bonito e-mail pode ser perfeito para agradecer o jantar que os amigos lhe ofereceram no fim-de-semana passado ou então para dar os parabéns à prima pela promoção.
  14. Mostre o seu apreço por alguém publicamente. Elogiar alguém no seu blog, em frente aos restantes colegas de trabalho ou na presença da família é uma óptima maneira de os fazer sentir valorizados.
  15. Seja paciente. Por vezes, e pelos mais diversos motivos, as pessoas têm dificuldade em perceber, aprender ou fazer alguma coisa, por isso, tenha paciência com o motorista do autocarro, a senhora do café, a sua assistente, os seus pais,filhos, marido ou mulher.
  16. Prepare um “cesto de carinho”. Um tupperware de sopa, uma lata de biscoitos, chá, chocolate, rebuçados, livros, revistas… qualquer coisa que ache que a pessoa possa precisar ou que irá adorar desfrutar. Pode ser oferecido a alguém que esteja doente ou simplesmente em baixo e a precisar de um mimo especial.
  17. Doe alimentos. Da próxima vez que for às compras, adquira um saco extra de arroz, enlatados e leite, deixando-o numa instituição necessitada no seu caminho de regresso a casa.
  18. Faça de babysitter. Todos os pais precisam de uma pausa de vez em quando. Se conhece algum amigo ou familiar que dificilmente tem uma “folga” dos seus filhos, ligue-lhes e ofereça os seus serviços de babysitter por uma noite. Eles nunca mais vão esquecê-la!
  19. Empreste a sua voz. Existem tantas pessoas necessitadas e desfavorecidas no mundo, a precisar de se fazerem ouvir, mas a não conseguirem. Dê a sua voz por essas pessoas – não precisa de assumir a causa sozinho, mas pode juntar-se a um grupo de apoio a mães solteiras, divulgar uma petição que necessita de assinaturas, escrever cartas às entidades oficiais, participar em manifestações ou vigílias.
  20. Ame. Não há nada mais poderoso e reconfortante no mundo do que o amor, especialmente quando é genuinamente dirigido a outra pessoa em forma de simpatia, carinho, um sorriso, abraço, beijo ou tempo de qualidade. Exprima o seu amor – para quem está a recebê-lo, é muito mais importante do que alguma vez imaginou.